[Cobertura] Dire Straits Legacy resgata saudosismo dos anos 80 em Curitiba

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Dire Straits Legacy
Teatro Positivo
Curitiba/PR
03 de abril de 2019

por Arianne Cordeiro

Na última quarta (03), o Dire Straits Legacy se apresentou em Curitiba, no Teatro Positivo. A banda, que faz tributo ao Dire Straits original, se diferencia de projetos de tributo convencionais por reunir antigos membros da banda original e trazer seus principais sucessos no setlist.

O grupo é formado pelos músicos Alan Clark (teclados), Phil Palmer (guitarra), Mel Collins (sax), Trevor Horn (baixo), Steve Ferrone (bateria), Marco Caviglia (voz e guitarra) e Primiano Dibiase (teclados). A atual formação traz também Jack Sonni, baterista que estava no grupo durante a gravação do clássico álbum Brothers in Arms (1985).

Dire Straits Legacy
Foto por Arianne Cordeiro

O show começou de maneira lenta, com destaque para as imagens que passavam no telão e o jogo de luzes, detalhes que fizeram do show um espetáculo do começo ao fim. O público se mostrou muito receptivo no começo, obedecendo o pedido de palmas do italiano Marco Caviglia, que chegou a arriscar um “Boa noite Curitiba”, em português mesmo.

A plateia, porém, não manteve a mesma intensidade de participação durante o restante do espetáculo. Apesar dos aplausos efusivos antes e após os maiores sucessos serem executados, como “Sultans of Swing” e “Owner Of Lonely Heart” (cover do Yes). E rolou de tudo: “Walk Of Life”, “Romeu And Juliet”, “Tunnel Of Love”, “Your Latest Trick” e até mesmo uma das últimas canções lançadas pelo Dire Straits Legacy, “Jesus Street”, que foi lançada em 2017 e mostra que o grupo vive uma fase muito boa, mesmo após tantos anos de jornada de seus músicos.

Dire Straits
Foto por Arianne Cordeiro

No decorrer do show, porém, era visível que o público não estava assim tão empolgado com a apresentação, muito provavelmente por estar sentado e não interagindo de maneira convencional. Em determinado momento, foi possível observar até um fã que fazia uma chamada de vídeo – provavelmente para mostrar o show a alguém que não pôde estar presente naquela noite.

Após o bis, Marco chamou o público para se levantar e ficar em frente ao palco. A banda executou ainda três músicas e animou muito mais os fãs, que até acharam que o show já havia acabado antes desse momento, pois claramente não eram muito acostumados a frequentarem esse tipo de espetáculo.

O Dire Straits Legacy é uma ótima homenagem à obra original da banda e vale muito a pena ser conferida. O saudosismo pode causar certo desconforto ao perceber a falta do vocalista original e de certos elementos, mas ainda assim, para fãs que nunca tiveram a oportunidade de conferir o trabalho dos caras ao vivo no passado, é uma ótima forma de verificar ao vivo o legado de uma banda que já se tornou clássica dos anos 80.

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