Avidious, do multi-instrumentista Hank Lin, lança álbum de estreia “Death Knows My Name”, trabalho com mentoria de Dirk Verbeuren (Megadeth)

Produzido, mixado e masterizado por Adiar Daufembach, o disco transforma a brutalidade do metal moderno em narrativa pessoal, com peso e catarse.

O Avidious apresentou seu álbum de estreia, Death Knows My Name, um trabalho direto, intenso e profundamente autobiográfico capitaneado pelo multi-instrumentista Chia-Hung “Hank” Lin. Responsável por compor e gravar todas as partes de bateria, guitarras, baixo e teclados, Hank conduz um repertório que não se limita ao impacto sonoro: o disco usa a agressividade como linguagem para traduzir ansiedade, autossabotagem, overthinking e a pressão de existir em um mundo atravessado por ganância e realidades sociais duras. A produção, mixagem e masterização ficaram nas mãos de Adiar Daufembach.

Ouça o álbum
Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/14wN6cWouz7AvDl7KBfuYH?si=Nh5S71RTSuGlXEnQP4jNdg

Assista aos videoclipes
“Out Of Time” https://www.youtube.com/watch?v=1246iyqVFvM
“Rivers Of Greed” https://www.youtube.com/watch?v=nJUvwHTv51g

Mais do que uma sequência de faixas pesadas, Death Knows My Name funciona como um arco narrativo. O álbum alterna guerras íntimas com um olhar sem romantização para a brutalidade que pode definir a sociedade, equilibrando riffs cortantes e quebras esmagadoras com momentos de respiro melódico e tensão cinematográfica. O resultado é um registro que encontra catarse na colisão entre agressão e vulnerabilidade, sem diluir o impacto.

A linha vocal do disco foi escrita e gravada por Isaac Jones, que dá peso às letras e sustenta as músicas com entrega crua e senso de urgência. Já a maioria dos solos de guitarra foi composta e gravada por Gabriel Franzese e Houston Davis, adicionando textura, velocidade e atmosfera em pontos chave, ampliando a dinâmica do álbum sem tirar o foco do seu núcleo pesado.

Hank descreve o projeto como um relato em formato longo dos últimos anos de sua vida, iniciado há cerca de três anos e desenvolvido de demos caseiras até a versão final em estúdio.

Hank diz:
“Este álbum significa muito para mim. Ele conta a história de tudo o que eu vi, de tudo o que eu senti e das lutas que enfrentei nos últimos anos…
Comecei a escrever este álbum há cerca de três anos… foi uma jornada desde terminar as demos até entrar no estúdio e gravar todas as partes…
Eu sempre quero usar minha música para expressar meus sentimentos e, espero, que ela ressoe com pessoas que também estejam passando pelas mesmas emoções e dificuldades, ajudando-as a seguir em frente.”

No som, Death Knows My Name percorre o metal extremo contemporâneo com ambição e precisão. Cruza a ferocidade associada a Lorna Shore, Currents e Thy Art Is Murder com groove, arestas thrash e força melódica que remetem a Lamb of God, Trivium, Arch Enemy, In Flames e Orbit Culture. Essa convergência de referências cria um disco pesado e agressivo, mas deliberadamente emocional, feito para bater forte no peito e na roda.

O impulso criativo do projeto é reforçado por Dirk Verbeuren, baterista do Megadeth e mentor de Hank, que destaca a versatilidade do músico e sua leitura de cena:

“Hank não é apenas um baterista muito promissor, com habilidades extraordinárias, mas também um grande guitarrista, pianista e compositor, que está por dentro do que há de mais atual na cena do metal de hoje — como fica evidente no excelente álbum de estreia de sua banda, Avidious…
…Ele atua em um nível esperado de profissionais já estabelecidos na indústria da música e encara sua carreira com seriedade e clareza de propósito.”

Com Death Knows My Name, o Avidious chega com identidade definida e discurso claro: um debut que não busca apenas ser pesado, mas significativo, convertendo intensidade em narrativa e agressividade em honestidade emocional, da primeira à última faixa.

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