Primavera nos Dentes, de Chales Gavin, lança edição deluxe de álbum

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Com o intuito de mergulhar no repertório da banda Secos & Molhados, o baterista Charles Gavin (ex-Titãs) montou em 2017 o projeto Primavera nos Dentes, que além dele na bateria contava com Paulo Rafael (Alceu Valença / Ave Sangria) na guitarra, Duda Brack (Duda Brack) no vocal, Pedro Coelho (Cássia Eller – O Musical / Dona Joana) no baixo e Felipe Ventura (Baleia / Xóõ / Cícero / Vitor Araújo) no violino e guitarra.

A ideia era estudar, recriar arranjos, enfim, se aprofundar no universo do Secos & Molhados experimentando outros olhares. Não haviam pensado em gravar um álbum, até que receberam um convite do produtor Rafael Ramos. O trabalho homônimo saiu pela Deck, com 11 faixas.

Hoje a banda lança, nos aplicativos de música, a versão deluxe do projeto com duas faixas bônus; “Amor” (do primeiro álbum do Secos & Molhados) e “Flores Astrais” (do álbum de 1974). “A sonoridade e os arranjos se distanciaram bastante dos originais, diria que cada versão que fizemos tem a assinatura de cada um de nós. Também foi surpreendente constatar o fato de que a poesia das letras permanece extremamente atual e assertiva após décadas, deliciosamente doce e ácida, ingênua e politizada ao mesmo tempo, conectando-se com pessoas de qualquer geração e qualquer lugar”, comenta Gavin.

“Primavera nos Dentes” traz uma seleção de músicas escolhidas a dedo dentre as 26 canções que integram o repertório dos discos de 1973 e 1974 do grupo Secos & Molhados. O álbum é como uma linha, que tece sobre o fio do tempo toda a “atualidade” presente no discurso das canções, sem perder de vista todas as novas linguagens musicais que se desenvolveram ao longo desses 40 anos.

O que se ouve em “Primavera nos Dentes” é uma sonoridade contemporânea, híbrida e democrática, que flerta com a MPB, o rock tradicional, o indie, a psicodelia, a música regional nordestina, a música tribal, contando ainda com leves sotaques da música latino-americana e oriental. Uma verdadeira flora musical, abrangente, que, nem por um segundo, perde a identidade e a coerência.

Foto: Kaio Caiazzo/Assessoria

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