The Leprechaun faz apresentação em São Paulo nesta quinta (22)

Nenhum comentário

A ótima banda paulistana The Leprechaun faz nesta quinta (22 de fevereiro) um show especial em São Paulo. Tendo vendido mais de 15 mil cópias, o grupo vem se destacando com sua sonoridade calcada em influências de Folk, misturado a elementos bem pessoais.

A apresentação acontece na Willi Willie Bar e Arquería, estabelecimento fundado em 1978. O local é um espaço para shows, com carta de cervjas e petiscos e espaço para a prática de tiro com arco. Abaixo, o serviço do show.

O The Leprechaun é composto por Fabiana Santos (vocal), Bruno Stankevicius (violão), Eric Fontes (baixo), Rafael Schardosim (banjo), Andrew Nathanael (violino), Guilherme Sokolowski (bateria).

SERVIÇO
The Leprechaun em São Paulo
Data: 22 de fevereiro de 2018 (quinta)
Local: Willi Willie Bar e Arquería
Endereço: Alameda dos Pamaris, 30 – Moema
Classificação etária: 18 anos
Ingressos: R$ 10 e R$ 20 (no local)
Horários: 19h30 (abertura da casa), 22h (show)
Informações: (11) 5533-0020
Evento no Facebook: www.facebook.com/events/1924439494539299

Em 2015, nosso redator Clovis Roman escreveu uma resenha do álbum Long Road, em uma colaboração ao portal Metal Revolution. O grupo lançou ano passado outro trabalho, chamado Isosceles. Segue abaixo o texto, na íntegra:

“Algumas coisas me vieram a cabeça logo que apertei o play para ouvir Long Road, o soberbo trabalho do grupo The Leprechaun. Primeiro, que eles figurarão nas listas de melhores do ano, sem dúvida alguma. Afinal, o som dos caras, um Folk Rock que torna impossível a missão de ouvi-lo parado, é de uma honestidade e feeling indubitáveis. Outra coisa que apareceu, como um holograma na minha frente, foi uma grandiosa caneca de chopp, que se esvaziava tanto pelos goles dados por seu detentor, quanto pelos pulos do mesmo ao ouvir este álbum tão empolgante.

Em meio a canções dançantes (a dupla de abertura “Culprits And Victims” e “Melancholic Singings” é um bom exemplo), temos sons mais intimistas, como a belíssima “Dead Stars”, na qual a voz de Fabiana Santos e o refrão grudento (mesmo que levemente bucólico) se destacam. Mas o trabalho homogêneo do septeto (!) deve ser contemplado como um todo. Afinal, o trampo de percussão (a cargo de Fernando Zornoff) somado ao baixo marcado de Eric Fontes segura bem as pontas para a parte de cordas, que inclui violões, banjo e violinos. Não há guitarras com distorção, o que nesse caso, realça ainda mais a musicalidade peculiar do The Leprechaun.

A banda, que começou em 2009 tocando Punk Rock, se reformulou, incluiu novos integrantes e instrumentos, e se voltou para o estilo tocado atualmente, e a decisão não poderia ter sido mais apropriada. Apesar de algumas melodias mais tétricas, as 12 músicas de Long Road (que somam pouco menos de quarenta minutos) transportam o ouvinte para um lugar sem espaço para preocupações para as coisas da vida. O negócio é colocar este disco para tocar bem alto, chamar uns amigos, comprar uma cerveja e aproveitar. Claro, colocando-o na opção “repeat” do seu aparelho de som.”

Conheça a banda: leprechaun.com.br

Resenha originalmente publicada em metalrevolution.net/blog/2015/02/07/the-leprechaun-long-road

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s