Sepultura lança novo álbum e videoclipe

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O Sepultura lançou no último dia 7 de fevereiro o álbum Quadra e o clipe Means to an End. Quadra foi inspirado no Machine Messiah, um disco diferente na história do Sepultura, com elementos inusitados.

Com o Quadra estamos explorando as possibilidades novas que o Machine Messiah trouxe. O lado A é mais tradicional, thrash metal, que representa o discurso do Sepultura, mas com elementos novos; o B é mais percussivo, com ritmos brasileiros; O C vai um pouco mais além com o violão, mais instrumental como característica geral. É ir um pouco mais além; e o D é aquela coisa mais ‘groovada’, lenta, com melodia. Quadra é uma consequência do crescimento do Sepultura”, explica Andreas Kisser, guitarrista da banda.

Um fato inédito é a participação de músicos convidados nos vocais: Emmily Barreto, do Far From Alaska. “Isolation”, com letra do vocalista Derrick Green, abre o disco. O single, apresentado pela primeira vez no Rock in Rio 2019, retrata o sistema prisional dos EUA. “A prática desumana do confinamento solitário muda a estabilidade mental dos prisioneiros. Eles não são reabilitados, mas transformados para pior. Uma vez lançados de volta à sociedade, todos pagamos o preço pelo que foi feito com eles”, explica.

Depois, a banda lançou “Last Time”. Segundo Kisser, é um single com o qual muitos de nós podemos nos identificar ou encontrar nas relações que temos com outras pessoas que estão tentando superar um vício. Nos tempos em que vivemos, é uma luta que todos devemos enfrentar.

O disco foi gravado na Suécia e leva a produção de Jens Bogren, o mesmo do disco anterior. “Trabalhar com Bogren é sensacional. Foi fundamental. O produtor sempre é o quinto elemento da banda dentro do estúdio. Energia 100% dentro do disco. Ele expandiu a ideia de corais, de coisas de cordas. Foi um disco difícil de fazer, mas estávamos preparados. Bogren também mixou e masterizou o disco”, comenta Kisser.

A capa do novo disco, Quadra.

Conceito
A palavra “quadra” pode ser usada de várias formas, entre elas, para definir “quadra esportiva” que é uma área limitada com demarcações regulatórias, onde, de acordo com um conjunto de regras, o jogo ocorre.

Todos nós viemos de diferentes quadras – países e nações com suas fronteiras e tradições, cultura, religiões, leis, educação e um conjunto de regras onde a vida acontece. Nossas personalidades, crenças, o modo de vida, a construção das sociedades e dos relacionamentos… tudo depende desse conjunto de regras com as quais crescemos. São conceitos de criação, Deus, morte e ética”, afirma Kisser.

A imagem é de uma moeda, que subjetivamente mostra a importância atribuída ao dinheiro. Nela, há um crânio que representa o conjunto de regras e as leis, e o mapa do mundo, delimitando as fronteiras de todas as nações. “Somos escravizados pelo dinheiro e medimos as pessoas e os bens materiais pelos conceitos de pobreza e riqueza. Independentemente da sua quadra, você precisa de dinheiro para sobreviver. Esta é a regra principal para jogar este jogo chamado vida”, explica.

O projeto da capa é de Christiano Menezes com produção executiva de Marcos Hermes.

Biografia
Formado em Belo Horizonte, em 1984, o Sepultura passou a ser uma das principais figuras no cenário underground que florescia para o thrash metal.

A banda rompeu preconceitos ao fixar a América do Sul no mapa do metal, assim como ajudou a dar forma para algo novo e brutal no heavy metal desde seus primeiros álbuns, Morbid Visions, Schizophrenia e Beneath The Remains. Obstinados a viajar para qualquer parte, o Sepultura construiu com firmeza uma das bases de fãs mais dedicada do planeta e, enquanto na década de 1990 muitas bandas tentavam se firmar criativa e comercialmente, os brasileiros conseguiram isso de ponta a ponta: em 1993, com Chaos AD, e em 1996, com Roots, clássicos instantâneos que provaram desde o lançamento serem extremamente influentes sobre várias gerações de músicos do metal. A saída de Max Cavalera, frontman e membro fundador da banda em 1997, poderia ter descarrilado um grupo menos focado, mas mais tarde, naquele mesmo ano, a convocação do vocalista Derrick Green se provou um golpe de mestre.

As duas últimas décadas assistiram o Sepultura evoluir, diversificar e prosperar com o lançamento de uma sucessão de registros devastadores que adicionaram muita profundidade à ilustre biografia da banda. O álbum Machine Messiah é um disco com músicas cuidadosamente elaboradas, desafiadoras e impactantes. Lançado em 2017, traz o casamento perfeito entre os melhores solos de Andreas Kisser e a voz potente de Derrick Green, dois gigantes do heavy metal mundial.

Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal), Paulo Jr. (baixo) e Eloy Casagrande (bateria) celebraram em 2020 os 36 anos de existência do Sepultura.

Contatos
Site: www.sepultura.com.br
Facebook: www.facebook.com/sepultura
Instagram: @sepultura
Twitter: twitter.com/sepulturacombr
YouTube: www.youtube.com/sepulturacombr

Foto: Marcos Hermes

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