Little Quake lança EP acústico em meio a odisseia de se fazer música em tempos de pandemia

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2020 tem sido um ano extraordinário. A pandemia impactou vidas diretamente ao redor do globo. Para aqueles que atuam no setor artístico não foi diferente. Com a impossibilidade de encontros presenciais e aglomerações inviabilizou-se a execução de eventos, espetáculos, shows, amostras, ou seja, acabou momentaneamente com boa parte das atividades geradoras de renda dentro do segmento.

Artistas tiveram de se habituar à nova realidade, mesmo que passageira (assim esperamos), resultando em uma enxurrada de material digital, sendo esta uma das poucas alternativas de manterem contato com seu público através de sua arte. Em meados de julho, aproximadamente quatro meses após o estado de São Paulo ter anunciado a chegada da pandemia e reconhecido seus impactos, a Little Quake resolveu desengavetar um projeto adormecido e colocá-lo em prática. O plano era revisitar canções presentes nos dois lançamentos prévios da banda e regravá-los em arranjos acústicos, em casa, sem grande estrutura e sem muita produção.

Após um ano em São Paulo, conhecendo muitos músicos e profissionais da área, bares e casas de shows, eventos de rua e tudo mais que acontece nessa cidade doida, eis que um vírus corta de súbito qualquer possibilidade das pessoas se aglomeraram. Para não enlouquecer resolvemos fazer algumas versões acústicas de músicas antes muito barulhentas” – Wysrah Moraes (baixo/b. vocal)

Uma semana em casa, com violões, duas câmeras e um gravador de dois canais teve como resultado “Another half”, um ep acústico composto por quatro faixas (“Black Sea”, “Stone Lucid”, “You” e “Tube Life”) em novos arranjos e com uma roupagem totalmente diferente se comparadas às versões de estúdio.

Uma vez que boa parte das composições da banda surgiu em um violão antes de serem desenvolvidas até chegarem ao que a galera conhece, achamos que seria justo apresentar este formato pra quem curte nosso som e contar um pouco mais sobre quem somos e como enxergamos nossa música e processo criativo” – Dudu Machado (bateria/vocal)

As filmagens, que ficaram por conta dos integrantes da banda e de Marina Scripilliti, mostram a atmosfera de descontração, quase despretensiosa, na qual o projeto se desenvolveu. A mixagem e masterização ficaram à cargo de Lucas Roma, produtor gaúcho parceiro de longa data da banda, o qual elevou o áudio para um outro nível e ao mesmo tempo manteve o aspecto lo-fi característico da captação do ep. Por fim, a edição do vídeo foi trabalho de Felipe Yurgel, que conseguiu transmitir através de uma linha narrativa sólida, de uma estética visual bem definida e de detalhes pontuais, exatamente a mesma sensação vivida durante o processo de gravação.

O material, está disponível nas principais plataformas de streaming via Dinamite Records e também em formato de vídeo no canal do YouTube oficial da banda e em seu perfil do Instagram.

Foto: Assessoria/Divulgação

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