Veio Rock apresenta novo single no palco do Hangar – A Casa do Ócio

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Artista paranaense vem obtendo grande espaço nas rádios com seu trabalho independente

O Hangar – A Casa do Ócio vai receber Veio Rock, artista independente que vem obtendo grande reconhecimento dentro da cena no Brasil. Conversamos com o artista sobre sua carreira, papo que você confere logo abaixo. Ele se apresenta em Curitiba dia 04 de outubro (sexta-feira), em show com canções autorais de seu repertório, incluindo o single “Sem Rumo” e também um selecionado com o melhor do Rock nacional e internacional. Para essa apresentação, Veio Rock contará com a participação do guitarrista Willian Lima, da banda Mr. Presidente. A abertura fica com a banda local Black Evil, a partir das 21h.

Nessa mesma data, a partir das 14h, o músico e compositor Vagner Luiz, o nome de batismo de Veio Rock, fará uma palestra no mesmo local, cujo tema é Music Business. O artista falará sobre como alavancou sua carreira musical, com menções honrosas na mídia e canções rodando ass grandes rádios do Brasil, como a Transamérica FM.

O primeiro EP do Veio Rock, autointitulado, conta com duas canções autorais que passeiam entre o Rock and Roll, Blues, Country e Southern Rock, que evidenciam a voz marcante de Vagner Luiz, e os resultados vem coroando a qualidade mostrada nesse trabalho. Vagner é um artista experiente, que celebra e leva a música do Paraná à todo o país. O EP “Veio Rock”, formado pelas músicas “O Vilão” e “Instante”, pode ser conferido em todas as plataformas digitais.

Você é um músico experiente, porém teve um hiato em sua carreira. Como foi voltar aos palcos e como você notou a diferença dos anos 90 para agora no Rock no Brasil?
A diferença do Rock dos anos 90 para os dias atuais está na forma de se fazer música. Usar a linguagem atual é fundamental. Mas a principal diferença está na facilidade de se ouvir as músicas novas hoje pelas plataformas de streaming. A internet facilitou muito a encurtar a distância entre artistas e fãs. Mas principalmente depois da chegada dos streamings.

Você além de suas músicas e shows, também ministra palestras sobre o Music Business. Como é ser mais que um artista, e sim alguém com conhecimento no gerenciamento de carreira e tudo mais? No que isso agrega ao seu trabalho como um todo?
O artista hoje tem a possibilidade, mesmo que com pouquíssimos recursos, de ter seu trabalho divulgado em todo o mundo. Graças às distribuidoras digitais que estão ocupando o lugar das grandes gravadoras. Isso facilita a distribuição da obra do artista que por sua vez terá que aprender sobre Music Business, marketing e principalmente o marketing digital, onde sua base de fãs terá que ter uma atenção especial. Pois, assim como as plataformas de streaming, as redes sociais aproximaram os dois lados. Ou seja, hoje um músico tem que ser mais que apenas um bom instrumentista. Terá que ser um bom empreendedor. Isso já se observava em muitos cases de sucessos. Beatles e Rolling Stones sempre nos ensinaram que, parafraseando Mick Jagger: “95% de transpiração e 5% de inspiração”.

Quando o músico Vagner Luiz adotou a alcunha de “Veio Rock”? Qual a origem desse nome?
Trago comigo esse apelido de Véio desde a minha adolescência. Acho que desde os 15 ou 16 anos. Havia na novela Pantanal, veiculada na extinta rede Manchete, o personagem Véio do Rio, interpretado pelo saudoso Cláudio Marzo. O Veio Rock surgiu desta ideia, logo de cara já no primeiro grande evento que fui realizar para um moto clube da região. Quando me perguntaram se eu tinha um nome artístico e como só eu fazia Rock na região, falei de primeira “Véio Rock”. [risos]

Seu som reúne referências do Rock, Pop, Country, entre outros. Como é unir todas essas influências para fazer seu som?
Desde muito pequeno eu ouvi Credence, Dire Straits e Raul, que mistura muitos ritmos, desde o Country Rock americano com o baião e bolero. Essa mistura é o que dá a cor e a graça ao Rock que desde seus primórdios já surgiu da mistura do choro do blues com o groove do Jazz e do Country. A gente só pega, junta tudo e mistura numa panela. [risos]

Você já pensou em fazer letras de músicas em inglês? E cantar em Português é uma maneira de melhor passar sua mensagem para o público?
Não me vejo compondo em inglês ou outra língua qualquer que seja. Com todo o respeito aos compositores brasileiros que usam desse artifício em suas músicas. Sou brasileiro nato. Falo português e quero me expressar para meu público em português. Transmitir minha mensagem em outra língua dificultaria essa relação. Aliás, o Rock brasileiro é um dos melhores do mundo. Só perde em tamanho de mercado para o americano e em qualidade para o Rock inglês, que pra mim está a frente de todos. Mas o músico brasileiro de uma maneira geral é respeitadíssimo no exterior. Pena que dentro de seu país esse respeito e reconhecimento ainda tenha chego.

Explique a temática lírica de Sem Rumo, seu mais novo single.
Um cara que vive a vida, que adora a vida que leva, em remorsos com o fracasso ou desilusões amorosas. Sem as preocupações aos apelos consumistas do estereótipo de hoje. Ele não se preocupa com o dia de amanhã – “…benzinho, esse é um DEFEITO que quero cultivar. Levar a vida no peito pra ver onde ela vai dar…” – sabe as consequências que suas decisões tiveram e quer continuar a levar a vida a sua maneira.

Como é dividido o repertório do seu show?
Procuro misturar meu repertório autoral que é a base de meu trabalho aos clássicos do Rock. Com uma atenção especial ao Rock dos anos 60, 70 e 80 que pra mim foi o auge do Rock mundial.

Com qual artista ou banda você gostaria de poder gravar uma música junto um dia?
Acho que a banda PAD é a que melhor está compondo no Rock nacional na atualidade, mano. Os caras vem numas crescente de qualidade, tanto sonora quanto na temática lírica. Adoraria poder gravar algo junto com os caras algum dia. Aliás, estamos juntos no mesmo selo e faremos juntos o show de estreia oficial da WTF Records dia 26/10/2019 na Backstage Studio Hall, onde também farei minha estreia em palcos paulistas e a estréia oficial de meu novo single. No mesmo dia estarei ao vivo no programa BR 22 da Kiss FM às 16h, onde darei entrevista ao vivo, lançando Sem Rumo com exclusividade para todo o Brasil na maior rádio Rock do Brasil.

Outra banda que gosto muito é da Banda Salário Mínimo. Os caras são do Heavy Metal, que é a minha escola. E apesar de minhas obras serem Rock and Roll, gostaria muito de um dia gravar algo com o China Lee, que aliás, é meu amigaço. Aqui no Paraná tem o Projeto Chumbo dos irmãos Paulo e Flávia Plombon, e que estão fazendo um Indie Rock de primeira. Os caras gravaram seu segundo álbum com Rick Bonadio e eu adoro sua sonoridade. Já fui nem um show deles em São Paulo. São músicos multi instrumentistas e de muita habilidade. Suas letras também retratam a necessidade do ser humano de cultivar suas raízes, o respeito às tradições, a família, a vida e principalmente a Deus. O que de certa forma é algo que gosto de materializar em minhas canções, e apesar de sermos de gêneros diferentes, tudo é Rock, e seria um orgulho e um imenso prazer poder gravar algo com eles algum dia.

Conheça mais Veio Rock:
Facebook: https://www.facebook.com/vagnerveiorock/
Instagram: https://www.instagram.com/veiorock_oficial/
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCfb-9-3Wb6bQ8QjUBzKYsBQ 

SERVIÇO
Show com Veio Rock
Data: 04 de outubro de 2019 (sexta-feira)
Local: Hangar – A Casa do Ócio
Endereço: Al. Dr. Muricy, 1091 – Largo da Ordem
Horário: 21h
Ingressos: R$ 15 (2º lote)
Venda: https://www.sympla.com.br/pre-lancamento-novo-single-sem-rumo-de-veio-rock__637051 

Foto: Fernando B Fotografia / Divulgação

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