[Entrevista] Phantom Elite assina com Frontiers e prepara segundo álbum

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O grupo Phantom Elite surgiu há alguns anos, contando com Sander Gommans, que no passado tocou no fantástico After Forever e com a brasileira Marina La Torraca (Exit Eden) cuidando das vozes. A parceria deu certo e a química entre todos os integrantes do grupo resultou no disco Wastelands (2018), que gerou turnês e teve ótima recepção de público e imprensa especializada.

A banda conta com, além de Marina, com Max van Esch (guitarra), e Joeri Warmerdam (bateria), enquanto que Sander estará supervisionando tudo. Os quatro estão trabalhando ativamente para a gravação e lançamento do segundo disco, que sairá pela renomada gravadora italiana Frontiers Music SRL, com a qual acabaram de assinar um contrato.

Marina nasceu no Brasil e atualmente reside na Alemanha. Ela estudou música teatral nos Estados Unidos e vem há anos se destacando por sua bela voz e profissionalismo, tanto com bandas quanto atuando em musicais. Ela chegou inclusive a fazer parte de algumas turnês do supergrupo Avantasia, encabeçado pelo gênio Tobias Sammet. Confira nossa conversa exclusiva com Marina, e também relembre aqui nossa entrevista com ela em 2018, quando falamos sobre seu excelente projeto Exit Eden.

Confira nossa conversa exclusiva com Marina, e também relembre aqui nossa entrevista com ela em 2018, quando falamos sobre seu excelente projeto Exit Eden.

por Kenia Cordeiro

É claro que estamos ansiosos pelo próximo lançamento! Você pode nos contar alguma coisa sobre o conceito e as demais inspirações de vocês na hora de compor as letras das novas canções?
Marina La Torraca: Oba, estamos igualmente ansiosos! O álbum não tem uma história, mas com certeza tem um conceito. Pra não dar muito “spoiler”, posso dizer que tudo gira ao redor de uma mensagem de força e autoaceitação, de atropelar as dificuldades e triunfar. As letras e temas são muito pessoais e espero que a galera possa dividir essa montanha-russa de emoções comigo.

Sobre a sonoridade, o álbum Wasteland (2017) soa grandioso, mas também com algumas partes mais cruas e pesadas. Pretendem seguir a mesma linha no próximo álbum?
Marina: A sonoridade está muito mais moderna e pesada que “Wasteland”. Mas ainda ouve-se que somos o Phantom Elite, haha. Digamos que pode-se contar com bastante elementos épicos, riffs pesados, partes mais progressivas, e elementos mais experimentais também. Estamos nas fases finais de gravações no momento, e uma novidade bacana que já estou dividindo com a galera é que a poderosa rainha Amanda Somerville está produzindo as gravações de vocais (supervisionando, dando um coaching básico, criando arranjos vocais comigo). Então pode-se esperar nada menos que um trabalho muuuuito bem feito!

Podemos esperar algum convidado especial em alguma música?
Marina: Podem sim! Hahaha, mas não vou falar muito para não estragar a surpresa!

Sander Gommans também está envolvido na produção desse álbum? Qual a contribuição dele para a sonoridade da banda?
Marina: Sim! O Sander está dessa vez supervisionando e ajudando com a produção do álbum. No “Wasteland” ele teve um papel maior na composição em si, mas ainda ouve-se a influência do Sr. Gommans.

Recentemente, vocês anunciaram a parceria com a gravadora Frontiers Records, algo realmente grande e importante! Quais são os próximos planejamentos da banda?
Marina: Esperamos que, com uma gravadora como a Frontiers na retaguarda, possamos alçar voos maiores. É muito importante ter um time que ajuda a investir na banda. Planejamos dividir nossa música com mais pessoas, tocar em mais países, fazer turnês mais longas, etc. O “Wasteland” foi um release independente e temos orgulho do que conseguimos alcançar com um pequeníssimo time de apoio. Mas esperamos que agora, com mais recursos, possamos ir mais longe.

Com o futuro grande lançamento, podemos esperar também uma grande turnê?
Marina: Esperamos muito mesmo que possamos já começar a fazer turnês maiores!

Ah! E claro, algum show no Brasil?
Marina: Se pintar a oportunidade, com certeza. Pode ser que ainda sejamos muito “desconhecidos” para uma turnê fora da Europa fazer sentido, mas quero tocar no BR assim que pudermos!

Marina, anteriormente nós conversamos sobre seu outro projeto, o Exit Eden. Qual foi a receptividade do Rhapsodies In Black? Quais são os planos desse projeto para o futuro?
Marina: Receptividade maravilhosa! Muito melhor do que esperávamos. Em relação ao Exit Eden fica difícil pra qualquer uma de nós falar concretamente sobre planos, já que as maiores decisões não dependem só de nós. Mas tenho a impressão de que o projeto não vai parar no Rhapsodies in Black… 🙂

Você sabe que o Phantom Elite tem uma grande fanbase LGBTQ+ aqui no Brasil. Qual sua relação com esta comunidade? Alguma mensagem para deixar para o pessoal?
Marina: Temos mesmo? Que maravilha! Eu sabia do ExE, mas não do PE. Tenho muitos e muitos amigos que fazem parte e acompanho a comunidade há anos. Vocês têm todo e qualquer apoio meu, galera maravilhosa! Tenho inclusive a intenção de me engajar mais ativamente, vocês podem entrar em contato comigo se tiverem alguma ideia. 🙂

Qual artista ou banda você gostaria de ver tocando alguma música do Phantom Elite?
Marina: Nossa, que difícil. Já acho bacana ouvir a Amanda Somerville cantarolando as músicas nos intervalos de gravação, haha.

Conheça mais sobre a banda:
www.phantom-elite.com
www.facebook.com/jointhePE/
www.instagram.com/phantom.elite.official
www.youtube.com/c/PhantomElite

Fotos: Maarten Schenk – Make: Micky Huijsmans

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